MP realiza operação para prender traficantes de drogas de Rio das Ostras

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/RJ), com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), e em parceria com a Polícia Civil, realiza, nesta quinta-feira (13), a operação “Maleficus” para cumprir 19 mandados de prisão preventiva e outros 19 de busca e apreensão contra traficantes de drogas de Rio das Ostras. Os mandados, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Rio das Ostras, estão sendo cumpridos em Rio das Ostras, Campos dos Goytacazes, na capital, em Macaé e na Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho, em Bangu, onde encontram-se presos quatro dos denunciados.

De acordo com as investigações do GAECO/RJ, entre os anos de 2015 e 2016, nas cidades de Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Casimiro de Abreu (Barra de São João) e Quissamã, o grupo se articulou para a prática do crime de tráfico de drogas. O Inquérito Policial n° 0109/2015, instaurado pela Polícia Federal, constatou a existência de uma estruturada organização criminosa formada pelos denunciados, integrada à facção criminosa autodenominada “ADA – Amigo dos Amigos”, tendo como objetivo principal a comercialização de entorpecentes em pontos de venda implantados e mantidos, principalmente, em áreas da cidade de Rio das Ostras e de municípios vizinhos.

Fernando Lemos Gonçalves, um dos denunciados presos e também conhecido como “Bruxo” ou “Mano”, é o líder do grupo e chefe da ADA nos bairros Nova Cidade, Nova Esperança, Ilha, Recanto, Cidade Praiana e Gelson Apicelo, em Rio das Ostras, e em outros municípios. “Bruxo” gerenciava a aquisição, venda, distribuição e o armazenamento de substâncias entorpecentes (maconha, cocaína e crack), bem como de matéria-prima e acessórios para a preparação e modificação das drogas, sempre com a finalidade de determinar sua remessa aos pontos de vendas em comunidades dominadas pela associação criminosa.

Para tanto, “Bruxo” era auxiliado, principalmente, pelos denunciados Filipe de Souza dos Santos, vulgo “Preá”, e Edina Guiomar Sales Ferraz Reis, que atuavam diretamente como porta-vozes do chefe, cuidavam da separação, guarda e envio das drogas direcionadas aos pontos de venda controlados pela organização, em especial, em bairros de Rio das Ostras dominados pela organização criminosa.

Fonte: MPRJ

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