Defesa Civil de Quissamã orienta a população e alerta sobre risco de queimadas

O longo período de estiagem em Quissamã tem causado preocupação à equipe da Coordenadoria de Defesa Civil, que alerta à população do município sobre o perigo das queimadas nesta época do ano. A situação é ainda mais complicada, pois não há previsão de chuvas para os próximos 15 dias — segundo informações do Clima Tempo. Do dia 5 de janeiro até esta quinta-feira (28) foram registrados 10 focos de incêndio na cidade. A população pode colaborar com a Defesa Civil, informando os possíveis focos, através do telefone 199 (ligação gratuita).

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Quissamã, Marcos Alves, eles buscam o apoio dos moradores, no sentido de evitarem jogar lixo às margens das estradas pelas janelas dos carros, o que pode ocasionar incêndios. “O que falta para o serviço ser mais tranquilo nesta época é tomar certos cuidados como evitar a queima de lixo e material orgânico, como galhos e capim seco, que com os fortes ventos têm chance de se expandirem, saindo do controle”, alerta Marcos Alves.

Trabalhando com informações recebidas por moradores, a Defesa Civil vai ao local e, caso necessário, solicita ajuda da Guarda Florestal, equipe da Guarda Municipal, para montar a estrutura necessária ao combate das chamas. Caso fique fora de controle, o Corpo de Bombeiros, que está sempre ciente das ações desenvolvidas pela Defesa Civil no município, é acionado. Alves informou ainda que os focos de incêndio não estão acontecendo na restinga, mas sim em terrenos urbanos e áreas rurais, onde os moradores insistem na prática de queima de lixo.

O coordenador esclareceu ainda que as queimadas urbanas são consideradas crimes ambientais, segundo a Lei 9.605/1998, em seu Artigo 54, que diz que causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora e tem como pena reclusão, de um a quatro anos, além de multa.

 

Fonte: Secom/PMQ

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